Tempestades voltam a expor fragilidades na proteção individual e coletiva
As tempestades que atingiram recentemente várias regiões do país voltaram a expor a falha recorrente na aplicação de proteção individual e coletiva, após a morte de um operário durante trabalhos de reparação realizados sob condições adversas. O acidente reacendeu o debate sobre segurança laboral em operações técnicas de risco elevado e para a OHS Epic estes episódios refletem lacunas persistentes na utilização efetiva de equipamentos de proteção individual (EPI) e equipamentos de proteção coletiva (EPC).
A OHS Epic defende que os equipamentos de proteção individual e coletiva devem ser encarados não apenas como uma obrigação regulamentar, mas como uma solução eficaz e consciente. A sua correta utilização reduz a exposição direta aos riscos, diminui a probabilidade de ocorrência de acidentes graves e contribui para a criação de ambientes de trabalho mais seguros.
Num contexto de operações técnicas cada vez mais exigentes, erros aparentemente simples podem ter consequências graves. A eletrocussão continua a ser um dos riscos mais frequentes em vários setores e, em muitos casos, a proteção adequada faz a diferença. “Por vezes, um simples par de luvas isolantes certificadas pode evitar um desfecho fatal”, refere a OHS Epic, defendendo que a aplicação consistente de EPI e EPC se traduz numa redução real e mensurável da exposição ao risco.
25 Fevereiro 2026
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