Menos vendedores, mais especialização: a fórmula da OHS para crescer com sustentabilidade
O mercado de EPI e EPC (Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva) conta com várias entidades relevantes em Portugal. O expoente máximo foi durante a pandemia em que em todas as esquinas se vendiam máscaras. Mas muitas vezes sem o menor conhecimento do que se estava a vender. A OHS (ohs-epic.com) está a alterar este paradigma. Com uma abordagem profissional ao tema da segurança, a OHS é uma empresa que se dedica a vender equipamentos sem que tenha vendedores. Questionada sobre o impacto desta abordagem selecta sobre o negócio, Marisa Bonifácio, responsável pela operação da OHS, afirma “Não temos vendedores. Temos uma equipa especializada em segurança no trabalho que analisa caso a caso as necessidades de cada um, e responde com um produto. Isto leva a que muitas vezes identifiquemos clientes que há anos estão a consumir equipamentos de trabalho que, dentro do orçamento da empresa, não cobrem os riscos associados ao posto de trabalho. A consequência? Quando são necessários, estes não são eficazes”.
Esta forma de atuar vai, assim, além do preço: o foco está em garantir que cada cliente recebe exatamente o que precisa para trabalhar em segurança, ao privilegiar a qualidade e adequação das soluções. “Não somos os mais baratos quando comparamos os valores finais de orçamentos. Mas na OHS aconselhamos os equipamentos certos de acordo com a necessidade especifica de cada um e por isso somos quem apresenta a melhor relação preço/adequação. E os clientes reconhecem isto. Estamos a crescer num ritmo menos elevado que empresas do mesmo setor mas com um nível de sustentabilidade ímpar”, defende Marisa.
17 Outubro 2025
